EB-1C
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EB-1C: O GREEN CARD PARA EXECUTIVOS E GERENTES DE EMPRESAS COM OPERAÇÃO NOS EUA

Sua empresa já está nos dois países. Seu executivo já tem o histórico. O EB-1C é a rota direta para residência permanente nos Estados Unidos, sem PERM, sem fila para a maioria das nacionalidades, sem depender de empregador externo. O que determina o resultado é a estratégia por trás da petição.

Corporate executive in a modern U.S. office overlooking a city skyline

Por que o EB-1C existe

Quando a empresa já cruzou fronteiras, o visto temporário não resolve mais

Transferir um executivo para os EUA com visto temporário funciona no curto prazo. No médio prazo, cria um problema estrutural: renovações que dependem de aprovação anual, incerteza para o executivo e para a operação, e a necessidade de recomeçar o processo a cada ciclo.

O EB-1C existe para resolver isso de forma permanente. É a categoria de Green Card criada especificamente para empresas que já têm operação nos dois países e precisam que lideranças-chave estejam nos EUA de forma definitiva, com residência permanente, sem prazo de expiração e sem as barreiras que tornam outras rotas mais lentas e imprevisíveis.

Na prática, o EB-1C elimina a certificação trabalhista PERM, um processo que pode levar de 12 a 18 meses só na fase de certificação pelo Departamento do Trabalho, sujeito a auditorias e com resultado incerto. Elimina também a dependência de empregador externo: a empresa que já emprega o executivo é a própria patrocinadora da petição.

Para empresas que operam globalmente e precisam de previsibilidade na gestão de talento executivo, o EB-1C é o instrumento mais direto que o sistema imigratório americano oferece.

Nossa abordagem

Imigração, estrutura societária e planejamento fiscal, coordenados em um único processo

A maioria das firmas de imigração entrega o EB-1C aprovado e encerra o trabalho aí. O problema é que a aprovação do visto abre uma série de decisões que precisavam ter sido tomadas antes, e que, quando ignoradas, criam custos, riscos e retrabalho para a empresa e para o executivo.

A HAYMAN-WOODWARD trabalha diferente. Com mais de 30 anos de atuação em mobilidade corporativa internacional e presença em 9 países, integramos imigração, estrutura societária e planejamento fiscal em um processo único, coordenado desde o início. Não porque seja mais elegante, mas porque as três dimensões se afetam mutuamente e decisões tomadas em separado frequentemente se contradizem.

A firma foi fundada por Leonardo Freitas, ex-agente e consultor do governo americano com décadas de atuação direta em processos imigratórios. Conhecer o processo do outro lado muda a forma como construímos cada petição.



O que o HR raramente recebe ajuda para resolver

Um CHRO ou Global Mobility Manager conduzindo uma transferência executiva para os EUA está gerenciando simultaneamente pelo menos quatro camadas de complexidade: o processo imigratório, a estrutura de remuneração do executivo nos dois países, as obrigações fiscais que surgem com a mudança de residência e a documentação corporativa que precisa estar alinhada com o que o USCIS vai examinar.

Quando essas camadas são gerenciadas por fornecedores separados sem coordenação central, o resultado mais comum é inconsistência documental, surpresas fiscais para o executivo e atrasos no processo imigratório por gaps que poderiam ter sido antecipados.

Nossa equipe atua como o ponto único de coordenação, o que significa que o RH tem um interlocutor para o processo inteiro, não quatro fornecedores com agendas independentes.



A estrutura societária certa desde o início

A relação entre a empresa nos EUA e a empresa de origem precisa ser qualificada para o EB-1C. E a forma como essa relação é estruturada tem implicações muito além da imigração: afeta o nível de controle da empresa de origem sobre a operação americana, a exposição fiscal da entidade nos EUA e a proteção de ativos entre as duas jurisdições.

Nossa equipe avalia a estrutura societária existente ou proposta com dois objetivos simultâneos: garantir que a relação corporativa qualifique para o EB-1C e garantir que a estrutura faça sentido operacional e fiscal a longo prazo. Quando a estrutura atual não qualifica ou não é a mais eficiente, orientamos a reorganização antes do protocolo, não depois de receber uma RFE.



O que muda fiscalmente para o executivo, e por que isso precisa ser planejado antes

Um executivo que obtém residência permanente nos EUA torna-se contribuinte americano em base mundial. Toda a sua renda global, salários, dividendos, participações societárias, aluguéis, ganhos de capital, passa a ser reportável ao IRS, independentemente de onde foi gerada.

Essa mudança precisa ser planejada antes da aprovação do Green Card. Estruturas de remuneração que faziam sentido para um não-residente podem se tornar ineficientes após a mudança de status. Nossa área de tax planning trabalha em conjunto com a equipe de imigração para mapear a situação fiscal atual do executivo, modelar os cenários pós-aprovação e identificar as estruturas de remuneração e holding mais eficientes para a nova realidade, antes que a aprovação crie obrigações que não foram antecipadas. A estrutura mais adequada depende do perfil específico de cada executivo e é definida na avaliação individual.



A remuneração do executivo nos EUA: o que a empresa precisa definir

A empresa também precisa estruturar como vai remunerar o executivo na operação americana, e essa decisão tem implicações societárias, trabalhistas e fiscais em ambos os países. Mais importante: precisa ser consistente com o que foi declarado ao USCIS na petição EB-1C. Contradições entre a descrição da função na petição e a estrutura real de remuneração são um ponto de vulnerabilidade em auditorias e RFE’s.

Nossa equipe coordena essa definição com o time jurídico e fiscal, garantindo consistência entre o que foi dito ao USCIS, o que está nos documentos societários e o que a empresa efetivamente pratica.



Imigração, estrutura societária e planejamento fiscal não são três processos que acontecem em sequência. São três dimensões de uma única decisão estratégica. Na prática, o que vemos nos processos que conduzimos é que as empresas que chegam com as três camadas coordenadas desde o início têm petições mais sólidas, menos RFE’s e executivos que chegam aos EUA sem surpresas fiscais. A HAYMAN-WOODWARD é o parceiro que coordena as três.

Sobre o EB-1C

O que o USCIS avalia, e por que a petição é sempre de empresa e de executivo ao mesmo tempo

O EB-1C, Multinational Executive or Manager, é uma categoria de Green Card de primeira preferência do sistema imigratório americano. O USCIS avalia simultaneamente a qualificação do executivo ou gerente e a estrutura da organização que o está transferindo. Entender essa dualidade é o que diferencia uma petição aprovada de uma com RFE.

A elegibilidade depende de três vetores que precisam ser demonstrados em conjunto.
Sobre o EB-1C

Os três vetores que o USCIS avalia em conjunto

Cada vetor precisa ser documentado com precisão. Fragilidade em qualquer um deles é suficiente para gerar uma RFE.

Vetor 1

A relação qualificada entre as empresas

A empresa nos EUA e a empresa de origem precisam ter uma relação corporativa reconhecida pelo USCIS: subsidiária, afiliada, filial ou empresa-mãe. Não basta que as duas empresas trabalhem juntas ou tenham o mesmo controlador. A estrutura societária precisa ser documentada com precisão, com evidência de controle ou participação majoritária conforme os critérios do 8 CFR § 204.5(j)(2). Na prática, esse é o ponto onde mais vemos petições receberem RFE, não por falta de relação real entre as empresas, mas por documentação societária insuficiente ou estrutura que não se enquadra nas definições do USCIS.

Vetor 2

O tempo de serviço do executivo

O beneficiário precisa ter trabalhado para a empresa no exterior por pelo menos um ano contínuo nos três anos anteriores ao protocolo da petição. Esse período precisa ter sido em capacidade executiva ou gerencial, não em qualquer função.

Vetor 3

A natureza da função nos EUA

A posição que o executivo vai ocupar nos EUA precisa ser genuinamente executiva ou gerencial. O USCIS não avalia títulos. Avalia função real: quais decisões o profissional toma de forma autônoma, quem supervisiona, qual é o escopo da sua autoridade. Petições que descrevem funções operacionais sob títulos executivos são cada vez mais objeto de RFE ou negativa.

Executivo ou gerente?

A distinção que o USCIS faz, e que a petição precisa fazer também

O EB-1C é elegível para duas categorias de função. O USCIS as define de forma técnica, não pelo uso corporativo comum dessas palavras.



Função executiva

Direção da gestão da organização ou de um componente maior, estabelecimento de metas e políticas, exercício de amplo poder discricionário e supervisão recebida apenas de executivos de nível mais alto ou conselho de administração. Quem define direção, não quem executa direção.



Função gerencial: dois tipos reconhecidos

O primeiro é gestão de pessoas: supervisão e controle de trabalho de outros profissionais qualificados, com autoridade real de contratação, avaliação e direcionamento. O segundo é gestão de função: direção de uma função essencial da organização, mesmo sem supervisão direta de equipe numerosa, como um CFO que controla toda a estrutura financeira da empresa.

A estratégia jurídica precisa identificar qual argumento é mais sólido para o perfil específico do executivo e sustentá-lo de forma consistente do início ao fim da petição.

O requisito da operação americana

A empresa nos EUA precisa estar operando, e o USCIS avalia substância, não apenas existência jurídica

O EB-1C exige que a empresa americana esteja genuinamente operando no momento do protocolo. O USCIS avalia: escritório físico ou espaço de trabalho regular, funcionários ou contratados, faturamento ou contratos ativos, presença fiscal e operacional real. Uma empresa registrada mas sem atividade comprovável não sustenta a petição.



Empresas recém-abertas nos EUA: o caminho L-1A para EB-1C

Para empresas com operação americana de menos de um ano, o caminho correto não é protocolar o EB-1C diretamente, é o L-1A primeiro.

O L-1A é aprovado por um ano inicial para novos escritórios e por até três anos para escritórios estabelecidos, extensível em incrementos de dois anos, com máximo de sete anos no total. Permite que o executivo estruture a operação americana enquanto a empresa atinge a substância necessária para o EB-1C. Quando planejado desde o início, o histórico do L-1A constrói a base documental ideal para a petição EB-1C.

Uma observação importante que poucos mencionam: ao contrário do H-1B, um I-140 aprovado não estende o status L-1A além do máximo de sete anos. Por isso, o planejamento da transição L-1A para EB-1C precisa começar com antecedência de dois a três anos antes do limite máximo do L-1A.

Na prática, executivos que chegam à HAYMAN-WOODWARD com o L-1A próximo do limite de sete anos sem o EB-1C em andamento perdem a janela de concurrent filing, o protocolo simultâneo do I-140 e do I-485 que encurta significativamente o processo. O planejamento da transição precisa começar com dois a três anos de antecedência.

A HAYMAN-WOODWARD planeja os dois em sequência desde o início, L-1A na fase de expansão, EB-1C como objetivo de longo prazo. Uma estratégia, não transações isoladas.

Perfis corporativos

O EB-1C não tem lista de setores. Tem um perfil de operação.

Qualquer empresa com estrutura societária qualificada nos EUA e no exterior pode patrocinar um EB-1C. O setor não é o critério. A estrutura da operação e a natureza da função são. Os perfis abaixo representam os casos mais frequentes que conduzimos, mas não são os únicos.

Empresas brasileiras com subsidiária nos EUA

Uma empresa brasileira que abriu, ou está abrindo, uma operação nos EUA precisa de liderança local com profundo conhecimento da organização. O EB-1C é o instrumento de longo prazo para garantir essa presença de forma permanente. Setores frequentes nos pleitos que conduzimos: tecnologia, agronegócio, construção, serviços financeiros, varejo e saúde.

Multinacionais transferindo liderança regional para os EUA

Empresas européias, do Oriente Médio ou da Ásia com operação estabelecida nos EUA que precisam trazer executivos de outras geografias para funções de liderança regional sediadas no país. O EB-1C oferece previsibilidade de planejamento de força de trabalho, sem a incerteza de categorias sujeitas a PERM ou fila da data de prioridade.

Fundadores e sócios-executivos expandindo para os EUA

Um fundador que se transfere para os EUA como CEO ou Managing Director da subsidiária americana. Desde que a estrutura societária entre as duas entidades seja qualificada e a função seja genuinamente executiva, o EB-1C é a rota mais direta para residência permanente nesse cenário.

Executivos em transição de L-1A para Green Card

Profissionais já nos EUA com L-1A cuja presença se tornou permanente para a empresa. O EB-1C é o próximo passo natural, e quando o L-1A foi bem construído, o histórico existente serve como base documental para a petição.

CHRO's e Global Mobility Managers com programas em escala

Empresas com múltiplos executivos em movimento global precisam de um parceiro que entenda o EB-1C como parte de uma política de mobilidade, não como casos isolados. Conduzimos programas corporativos com múltiplos beneficiários simultaneamente, com documentação padronizada e gestão de prazos em paralelo.

Se a sua empresa tem operação real nos EUA e um executivo com histórico comprovado na organização, existe um argumento EB-1C a ser avaliado. O que nossa equipe faz é mapear a estrutura, identificar os pontos de atenção e construir a petição com a precisão que o USCIS exige.

Por que pleitos são negados

Taxa de negativa abaixo de 2,4%, mas só para quem está bem preparado

Nos dados do USCIS do terceiro trimestre de 2025, o EB-1C registrou menos de 2,4% de negativas entre as petições adjudicadas, a taxa mais baixa entre todas as categorias EB-1. Mas esse número agrega todas as petições, independentemente da qualidade da preparação. Petições com documentação societária incompleta, descrições de função vagas ou sem análise fiscal prévia têm taxas de RFE acima de 40% e taxas de negativa após RFE de 25% a 30%.

A diferença não está nas credenciais do executivo. Está na estratégia jurídica por trás da documentação.



Estrutura societária insuficientemente documentada

O USCIS exige evidência clara da relação corporativa qualificada. Documentos societários incompletos, estruturas de holding pouco claras ou participações que não se enquadram nas definições regulatórias são a causa mais frequente de RFE. A solução começa antes do protocolo: auditoria da estrutura, identificação de gaps e reorganização documental quando necessário.



Descrição de função que não sustenta capacidade executiva ou gerencial

Uma petição que descreve o beneficiário como responsável pela operação geral sem detalhar o escopo real de autoridade e as decisões autônomas não atende o padrão do USCIS. Títulos executivos sem substância funcional são cada vez mais questionados. A descrição da função precisa ser precisa, verificável e construída com a linguagem do 8 CFR § 204.5(j)(2).



Operação americana sem substância suficiente

Uma subsidiária registrada sem atividade real não sustenta a tese de que o executivo está liderando uma operação genuína. Para empresas em fase inicial, o caminho correto é o L-1A enquanto a operação se estabelece, não protocolar o EB-1C antes da hora.



Histórico de um ano mal documentado

O período de um ano em função executiva ou gerencial no exterior precisa ser documentado com precisão. Lacunas, inconsistências ou documentação genérica geram RFE. Quando a função anterior não foi claramente executiva ou gerencial em todos os períodos, isso precisa ser endereçado na estratégia da petição antes do protocolo.



RFEs respondidos sem estratégia jurídica

Uma RFE não é uma negativa, mas uma resposta mal estruturada frequentemente resulta em negativa. Nossa equipe tem experiência específica em RFEs de EB-1C, com abordagem jurídica que endereça diretamente o ponto levantado pelo oficial com a documentação complementar correta.

Como funciona

Do primeiro contato à aprovação: como a HAYMAN-WOODWARD conduz um processo EB-1C

  1. Avaliação de elegibilidade

    Analisamos a estrutura societária, o histórico do executivo, a natureza da função nos EUA e a situação fiscal de ambas as partes. Identificamos os pontos fortes da petição, os gaps a resolver e se o EB-1C é a rota certa agora ou se o L-1A é o passo anterior recomendado.

  2. Estruturação societária e fiscal

    Antes de qualquer protocolo, revisamos, e quando necessário orientamos a reorganização de, a estrutura entre as duas empresas e o modelo de remuneração do executivo. Essa etapa garante que a documentação corporativa suporte o argumento imigratório e que a aprovação não crie surpresas fiscais.

  3. Construção da petição

    Nossa equipe jurídica redige o I-140 com argumentação precisa sobre cada requisito do EB-1C. Não é preenchimento de formulário. É a construção de um argumento que antecipa os pontos de escrutínio do USCIS e os responde proativamente.

  4. Protocolo e acompanhamento

    Protocolamos a petição e acompanhamos o processo em tempo real. Com premium processing, o USCIS garante uma decisão ou ação no I-140 em até 45 dias úteis. Qualquer comunicação do USCIS, incluindo RFEs, é gerenciada pela nossa equipe com resposta estruturada.

  5. Ajuste de status ou processamento consular

    Após a aprovação do I-140, coordenamos o próximo passo. Para a maioria das nacionalidades em junho de 2026, o EB-1 está atual no Visa Bulletin, permitindo concurrent filing, protocolo simultâneo do I-140 e do I-485. O processo completo, do protocolo ao Green Card, varia entre 12 e 24 meses.

EB-1C vs outras rotas

Por que o EB-1C é frequentemente a rota mais direta, e quando não é

EB-1C vs PERM / EB-2 ou EB-3
A rota PERM exige certificação trabalhista pelo Departamento do Trabalho, um processo que pode levar de 12 a 18 meses só na fase de certificação, sujeito a auditorias. Para nacionais de alguns países, a fila da data de prioridade pode ser de décadas. O EB-1C elimina o PERM completamente e, para a maioria das nacionalidades, opera sem fila de espera significativa.



EB-1C vs EB-5
O EB-5 exige investimento mínimo de $800.000 a $1.050.000 em projeto aprovado nos EUA, com criação de empregos documentada. O EB-1C não tem requisito de investimento mínimo. A elegibilidade é baseada em função e estrutura corporativa, não em capital aplicado.



EB-1C vs EB-1A
O EB-1A é baseado no reconhecimento individual do profissional, conquistas pessoais na área, independentes da empresa. O EB-1C é baseado na relação corporativa e na função. Para executivos cujo perfil é definido pelo papel que ocupam na organização, o EB-1C é o argumento mais sólido. Em alguns casos, os dois podem ser protocolados em paralelo quando o perfil sustenta as duas rotas com boa probabilidade de aprovação.

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Perguntas frequentes

O que empresas e executivos perguntam antes de iniciar um processo EB-1C

A empresa precisa ter operação estabelecida nos EUA antes de protocolar o EB-1C?
Sim. A empresa americana precisa estar genuinamente operando no momento do protocolo, com atividade real, não apenas registro. Para empresas em fase de expansão, o caminho recomendado é o L-1A primeiro. Isso permite que o executivo estruture a operação americana enquanto a empresa atinge a substância necessária para o EB-1C.
O executivo precisa ter estado nos EUA com L-1A antes de solicitar o EB-1C?
Não. O L-1A é uma rota de acesso estratégica, especialmente para novas operações, mas não é pré-requisito. O que o USCIS exige é que o executivo tenha trabalhado para a empresa no exterior por pelo menos um ano, em função executiva ou gerencial, nos três anos anteriores ao protocolo da petição.
Qual é a diferença entre função executiva e função gerencial para o USCIS?
Função executiva é a capacidade de tomar decisões amplas e autônomas sobre a direção da organização, com supervisão recebida apenas de níveis hierárquicos mais altos. Função gerencial pode ser a supervisão de outros profissionais qualificados ou a direção de uma função essencial da empresa. A distinção importa na construção da petição, a estratégia jurídica precisa identificar qual argumento é mais sólido para o perfil específico e sustentá-lo de forma consistente.
A empresa precisa ter um número mínimo de funcionários nos EUA?
O USCIS não estabelece um número mínimo, mas avalia se a operação tem substância suficiente para justificar uma função executiva ou gerencial real. O tamanho mínimo necessário depende do setor, da natureza da operação e de como a função é descrita na petição. Nos processos que conduzimos, empresas de tamanhos muito diferentes têm pleitos aprovados, o que varia é a estratégia de documentação.
O que muda fiscalmente quando o executivo obtém o Green Card?
Ao se tornar residente permanente, o executivo passa a ser contribuinte americano em base mundial, toda a sua renda global, onde quer que seja gerada, passa a ser reportável ao IRS. Esse planejamento precisa acontecer antes da aprovação do Green Card, não depois. Nossa área de tax planning mapeia a situação fiscal atual do executivo, modela os cenários pós-aprovação e estrutura o modelo de remuneração e holding mais eficiente para a nova realidade, em conjunto com a equipe de imigração, desde o início do processo. A estrutura mais adequada depende do perfil específico de cada executivo e é definida na avaliação individual.
Quanto tempo leva o processo EB-1C?
Com premium processing, o USCIS garante uma decisão ou ação no I-140 em até 45 dias úteis. Para a maioria das nacionalidades, em junho de 2026, o EB-1 está atual no Visa Bulletin, permitindo concurrent filing. O processo completo, do protocolo ao Green Card, varia entre 12 e 24 meses dependendo da situação do executivo, da carga do USCIS e de eventuais RFEs.
O cônjuge e os filhos também recebem Green Card?
Sim. Cônjuge e filhos solteiros menores de 21 anos do beneficiário principal são incluídos como dependentes no processo e recebem Green Card simultaneamente ou logo após o beneficiário principal, dependendo da rota de processamento.
A empresa pode protocolar EB-1C para mais de um executivo ao mesmo tempo?
Sim. Não há limite para o número de petições simultâneas. Para empresas com múltiplos executivos em processo de transferência permanente, trabalhamos com programas corporativos que padronizam a documentação e gerenciam os processos em paralelo, com gestão centralizada de prazos e elegibilidade.
Recebi uma RFE no processo EB-1C. O que isso significa?
Uma RFE é um pedido de informação adicional do USCIS, não é uma negativa. Significa que o oficial precisa de mais evidência ou esclarecimento antes de tomar uma decisão. A resposta a uma RFE é tão decisiva quanto a petição original. Nossa equipe gerencia RFEs de EB-1C com argumentação jurídica específica, endereçando cada ponto levantado de forma direta e com a documentação complementar correta.
O que é a HAYMAN-WOODWARD?
A HAYMAN-WOODWARD é uma firma especializada em imigração e mobilidade global, fundada em 1996 por Leonardo Freitas, ex-agente e consultor do governo americano com décadas de atuação direta em processos imigratórios. Com presença em 9 países, mais de 55.000 processos aprovados e 5.000 empresas atendidas, integramos imigração, planejamento fiscal e estruturação societária em um processo coordenado, para fundadores expandindo pela primeira vez até multinacionais com programas de mobilidade em escala global.

A estrutura já existe. O executivo já tem o histórico. O que falta é a estratégia certa.

Nossa equipe avalia a elegibilidade da empresa e do executivo, revisa a estrutura societária, mapeia os impactos fiscais e constrói a petição com a precisão que o processo exige. 30 anos de experiência em mobilidade corporativa internacional, desde o primeiro movimento até a aprovação.

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