A maioria das firmas de imigração entrega o EB-1C aprovado e encerra o trabalho aí. O problema é que a aprovação do visto abre uma série de decisões que precisavam ter sido tomadas antes, e que, quando ignoradas, criam custos, riscos e retrabalho para a empresa e para o executivo.
A HAYMAN-WOODWARD trabalha diferente. Com mais de 30 anos de atuação em mobilidade corporativa internacional e presença em 9 países, integramos imigração, estrutura societária e planejamento fiscal em um processo único, coordenado desde o início. Não porque seja mais elegante, mas porque as três dimensões se afetam mutuamente e decisões tomadas em separado frequentemente se contradizem.
A firma foi fundada por Leonardo Freitas, ex-agente e consultor do governo americano com décadas de atuação direta em processos imigratórios. Conhecer o processo do outro lado muda a forma como construímos cada petição.
O que o HR raramente recebe ajuda para resolver
Um CHRO ou Global Mobility Manager conduzindo uma transferência executiva para os EUA está gerenciando simultaneamente pelo menos quatro camadas de complexidade: o processo imigratório, a estrutura de remuneração do executivo nos dois países, as obrigações fiscais que surgem com a mudança de residência e a documentação corporativa que precisa estar alinhada com o que o USCIS vai examinar.
Quando essas camadas são gerenciadas por fornecedores separados sem coordenação central, o resultado mais comum é inconsistência documental, surpresas fiscais para o executivo e atrasos no processo imigratório por gaps que poderiam ter sido antecipados.
Nossa equipe atua como o ponto único de coordenação, o que significa que o RH tem um interlocutor para o processo inteiro, não quatro fornecedores com agendas independentes.
A estrutura societária certa desde o início
A relação entre a empresa nos EUA e a empresa de origem precisa ser qualificada para o EB-1C. E a forma como essa relação é estruturada tem implicações muito além da imigração: afeta o nível de controle da empresa de origem sobre a operação americana, a exposição fiscal da entidade nos EUA e a proteção de ativos entre as duas jurisdições.
Nossa equipe avalia a estrutura societária existente ou proposta com dois objetivos simultâneos: garantir que a relação corporativa qualifique para o EB-1C e garantir que a estrutura faça sentido operacional e fiscal a longo prazo. Quando a estrutura atual não qualifica ou não é a mais eficiente, orientamos a reorganização antes do protocolo, não depois de receber uma RFE.
O que muda fiscalmente para o executivo, e por que isso precisa ser planejado antes
Um executivo que obtém residência permanente nos EUA torna-se contribuinte americano em base mundial. Toda a sua renda global, salários, dividendos, participações societárias, aluguéis, ganhos de capital, passa a ser reportável ao IRS, independentemente de onde foi gerada.
Essa mudança precisa ser planejada antes da aprovação do Green Card. Estruturas de remuneração que faziam sentido para um não-residente podem se tornar ineficientes após a mudança de status. Nossa área de tax planning trabalha em conjunto com a equipe de imigração para mapear a situação fiscal atual do executivo, modelar os cenários pós-aprovação e identificar as estruturas de remuneração e holding mais eficientes para a nova realidade, antes que a aprovação crie obrigações que não foram antecipadas. A estrutura mais adequada depende do perfil específico de cada executivo e é definida na avaliação individual.
A remuneração do executivo nos EUA: o que a empresa precisa definir
A empresa também precisa estruturar como vai remunerar o executivo na operação americana, e essa decisão tem implicações societárias, trabalhistas e fiscais em ambos os países. Mais importante: precisa ser consistente com o que foi declarado ao USCIS na petição EB-1C. Contradições entre a descrição da função na petição e a estrutura real de remuneração são um ponto de vulnerabilidade em auditorias e RFE’s.
Nossa equipe coordena essa definição com o time jurídico e fiscal, garantindo consistência entre o que foi dito ao USCIS, o que está nos documentos societários e o que a empresa efetivamente pratica.
Imigração, estrutura societária e planejamento fiscal não são três processos que acontecem em sequência. São três dimensões de uma única decisão estratégica. Na prática, o que vemos nos processos que conduzimos é que as empresas que chegam com as três camadas coordenadas desde o início têm petições mais sólidas, menos RFE’s e executivos que chegam aos EUA sem surpresas fiscais. A HAYMAN-WOODWARD é o parceiro que coordena as três.